Edições Novembro distinguida com prémio de qualidade em Paris

A empresa Edições Novembro, proprietária do “Jornal de Angola”, “Jornal dos Desportos”, “Economia e Finanças e Cultura”, foi premiada com o troféu de ouro dos Prémios Mundiais de Qualidade, durante a gala anual da Convenção Internacional de Qualidade, realizada Paris pela consultora Business Initiative Directions (BID).

O Prémio Internacional de Qualidade é atribuído às organizações de vários ramos de actividade, como reconhecimento pelos resultados excepcionais conseguidos na gestão total da qualidade, inovação e compromisso com a melhoria contínua dos seus serviços. Uma lista de 100 organizações de vários países do mundo foi premiada na gala deste ano, explica o Jornal de Angola.


A Edições Novembro é a mais recente empresa angolana a ser premiada pelo Comité Internacional dos Prémios de Qualidade, depois da Sodiam, pertencente ao grupo Endiama, da Empresa Nacional de Construções Eléctricas (ENCEL) e da Operatec, prestadora de serviços no ramo petrolífero, terem no passado recebido os primeiros galardões.

Este ano, duas outras empresas angolanas foram premiadas. O director-geral da ENCEL, Daniel Simas, arrebatou o troféu de platina e o comité do BID distinguiu a empresa privada angolana Maison BH, um complexo de beleza e lazer situado no condomínio das Mangueirinhas, no Morro Bento, em Luanda.

José Ribeiro, entrevistado pela agência Imarpress em Paris, dedicou o prémio ao Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, justificando com o facto de se ter empenhado fortemente na recuperação das infraestruturas angolanas de Comunicação Social, que tornam possível que o país assista hoje ao surgimento e expansão de uma grande variedade de jornais, rádios e canais de televisão e ao lançamento de novos projectos.
CEEIA discute internacionalização e exportação no Centro de Convenções de Talatona

CEEIA discute importância da internacionalização e exportação no Centro de Convenções de Talatona



A Comunidade de Empresas Exportadoras e Internacionalizadas de Angola (CEEIA) realiza, no âmbito das comemorações do seu primeiro aniversário, um fórum sobre a “Importância da Internacionalização e Exportação de Empresas Angolanas”, que decorrerá no próximo dia 6 de Novembro no Centro Convenções de Talatona.

Este fórum pretende abordar o tema da internacionalização das empresas angolanas e o impacto das exportações de produtos nacionais na diversificação da economia nacional, explica um comunicado remetido ao VerAngola.

Estarão presentes vários membros do Executivo angolano, empresários e entidades interessadas na internacionalização. Um dos nomes mais notáveis é o de Luiz Felipe Lampreia, ex-ministro, embaixador, sociólogo e diplomata brasileiro, conselheiro de algumas das mais importantes empresas à escala global. No Centro de Convenções de Talatona, irá realçar a importância da internacionalização e das exportações de Angola para um desenvolvimento e crescimento sustentado do país, dado ao grande potencial que apresenta em indústrias.

A temática da “Importância da Internacionalização e Exportação de Empresas Angolanas” vai de encontro aos objectivos do Executivo angolano propostos no Plano Nacional de Desenvolvimento 2013-2017, no sentido de abrir portas para a internacionalização dos produtos “Feito em Angola”, acrescentou o documento.

Recorde-se que a criação da CEEIA foi impulsionada pelo Instituto do Fomento Empresarial (IFE) e permite representar algumas das mais importantes empresas angolanas no estrangeiro. O IFE é a entidade que representa a CEEIA junto do Ministério da Economia de Angola.
Brasil : Economia é o primeiro desafio de Dilma

Presidente terá que mudar política econômica para impulsionar crescimento. Entre as medidas, cortar gastos, reconquistar a confiança dos empresários e controlar a inflação.

Estimular a economia deverá ser a primeira e principal tarefa a ser encarada pela presidente reeleita Dilma Rousseff. Os primeiros três anos de governo já haviam ficado aquém do esperado, com o Produto Interno Bruto (PIB) avançando 2,7% (2010), 1% (2011) e 2,3% (2012) e com taxas menores que países vizinhos, como Chile e Peru.

Mas 2014 está superando as piores previsões: depois de uma retração de 0,2% no primeiro trimestre, o segundo teve um recuo de 0,6% e levou o país à recessão técnica no primeiro semestre. O crescimento em 2014 deve ficar bem abaixo de 1%.

E isso se refletiu nas urnas: a vitória apertada de Dilma é um sinal de que os brasileiros não estão satisfeitos com o andamento da economia. Além do baixo crescimento, especialistas apontam para o risco de alta da inflação, que está acima do teto da meta, de 6,5%. Apesar de a maioria da população ainda não sentir diretamente os efeitos, isso não deverá tardar a acontecer se nada for feito.

Até agora pouco se sabe sobre o que Dilma pretende fazer. Ela anunciou a demissão do ministro da Economia, Guido Mantega, no meio da campanha eleitoral. E isso foi tudo. Mas é necessário muito mais: especialistas afirmam que, se não houver mudanças, até mesmo as conquistas dos últimos anos, como o aumento da renda e o desemprego baixo, correm risco.

"A presidente vai ter o desafio de recolocar a economia brasileira nos trilhos. A receita do governo não consegue cobrir os gastos, o país está em recessão, e o investimento caiu muito por conta da desconfiança dos empresários", afirma o economista Evaldo Alves, da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Para Roberto Gondo, professor de comunicação política da Universidade Presbiteriana Mackenzie, o país está passando por uma crise econômica velada e com a diminuição gradativa dos diversos setores econômicos nacionais. "Para os próximos anos, os desafios são manter as taxas de desemprego controladas e permitir a redução de juros e de impostos para pessoas físicas e jurídicas", afirma.

Incentivo ao consumo teve efeito curto

Um dos problemas que mais afetam os brasileiros é o endividamento. Economistas calculam que três em cada quatro famílias não estão conseguindo pagar as suas contas e, assim, estão também deixando de consumir. Como o consumo interno era um dos principais combustíveis do crescimento econômico brasileiro, o resultado claro da atual situação é a desaceleração da economia.

Com a crise de 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou a política de incentivo ao consumo, o que serviu para estimular a economia e ajudou o país a passar praticamente ileso pela crise. Dilma usou a mesma fórmula, mas foi ao limite para tentar aquecer uma economia debilitada – também por não manter as linhas gerais da política econômica do presidente Fernando Henrique Cardoso, seguidas por Lula, que era um tripé composto por metas de inflação, superávit fiscal e câmbio flutuante.

“Política de crescimento via consumo tem um efeito de curto prazo. Hoje, o cenário é muito preocupante, pois as famílias estão com um nível elevado de endividamento", avalia o professor de administração pública José Matias-Pereira, da UnB.

Até mesmo um economista ligado à presidente, como o conselheiro Luiz Gonzaga Belluzo, admitiu em declaração à agência de notícias Reuters que houve um erro de estratégia. “Demorou-se muito para perceber que o consumo estava perdendo força para impulsionar a economia. Não se conseguiu articular a queda do consumo com recuperação do investimento", avaliou.

Fuga de investidores

Como o "ciclo do consumo" se encerrou, como dizem os economistas, uma das soluções é tentar recuperar a confiança dos empresários e investidores para que eles voltem a investir no país. Nos últimos anos a produção não aumentou, e o investimento privado caiu. O governo, por sua vez, gastou recursos para estimular a economia, mas não em obras de infraestrutura.

A situação é ruim principalmente no setor industrial, onde a insatisfação com o governo é grande, e a confiança na economia é baixa. Mesmo com os incentivos fiscais dados pelo governo federal para diversos setores, como o de construção civil, automotivo e para os usineiros, além do crédito barato de grandes bancos públicos, a economia brasileira não deslanchou.

Um dos motivos também é a baixa demanda por produtos brasileiros, principalmente os do agronegócio, por países como China e outros motores da economia mundial, que crescem de forma mais lenta e não devem, tão cedo, retomar ao nível de compras da época pré-crise.

Uma das apostas da presidente até aqui foi a política de concessões para melhorar a infraestrutura, mas ela ainda não deu o resultado esperado. Alguns aeroportos – como Guarulhos e Viracopos, em São Paulo, o de Brasília e o do Galeão, no Rio de Janeiro –, além de seis lotes de rodovias já foram concedidos à iniciativa privada.

Mas, por outro lado, o leilão das ferrovias e de outros setores ainda não saiu do papel por conta da desconfiança dos investidores. Esse mesmo receio fez com que, no final de 2013, em menos de dez dias o governo federal sofresse dois grandes reveses em seu pacote bilionário de concessão à iniciativa privada – no de ferrovias e exploração de petróleo da camada pré-sal.

Analistas explicam que a intervenção estatal e a incerteza sobre a regulamentação afastam os investidores privados das licitações. Um dos exemplos é a taxa de retorno do projeto de concessão das rodovias, que aumentou no início de maio de 2013 de 5,5% para 7,2%, para tornar mais atrativo os investimentos nas rodovias a serem licitadas.

Para o economista Reginaldo Nogueira, do Ibmec/MG, a indústria está muito fraca e não há investimento privado devido à piora das expectativas com o futuro da economia. "O país precisa rapidamente de uma melhora da agenda econômica para restaurar a confiança no meio empresarial e reerguer o investimento."

Aumentos vêm aí

Na época dos protestos que levaram milhões de brasileiros às ruas, em junho de 2013, Dilma anunciou, entre outras propostas, a responsabilidade fiscal para garantir a estabilidade da economia brasileira diante da crise mundial. Em 2013, a promessa não foi cumprida, já que o país não atingiu a meta de superávit primário – economia para o pagamento de juros da dívida estabelecida para o ano.

O país deveria ter economizado o valor correspondente a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), mas economizou 1,9% – o que corresponde a 91 bilhões de reais. Em entrevista à GloboNews no início de setembro, Mantega afirmou que "neste ano [2014], temos uma situação mais difícil", quer dizer, que o governo federal não deve alcançar a meta de economizar 2,2% do PIB, o equivalente a 116 bilhões de reais.

Mas, no ano que vem, o governo deverá apertar os cintos. E, além disso, tomar medidas amargas para organizar as contas nacionais, conter a inflação e a baixa produção do país associado à falta de investimento privado. Outro provável ajuste será o aumento do preço da gasolina e da energia elétrica, que são controlados pelo governo e ficaram defasados por conta do ano eleitoral.

"O desafio para retomar o crescimento tem várias frentes", diz Alves. "O próximo governo deve reorganizar o setor público, cortar gastos, reconquistar a confiança de investidores, controlar a inflação, mas não por meio do aumento de juros básicos, entre outras questões. Não será uma tarefa fácil."

Fernando Caulyt / Alexandre Schossler – Deutsche Welle
atractividade e competitividade do território: empresas pagam menos impostos em 2015

Governo promove atractividade e competitividade do território: empresas pagam menos impostos em 2015

Boas notícias para quem continua a apostar em Angola: o chamado Imposto Industrial, pago pela empresas que operam no território, vai contar com uma redução na ordem dos cinco pontos percentuais em 2015, situando-se nos 30 por cento. A redução de impostos está prevista no novo pacote fiscal legislativo, anunciado por Gilberto Luther, director-adjunto da Unidade Técnica da Reforma Tributária.

O documento foi aprovado em Junho pela Assembleia Nacional, tendo sido publicado esta semana. Desta forma, o novo código de Imposto Industrial, que reduzirá os impostos pagos pelas empresas, pertence a um pacote legislativo que contempla outras leis como o Código de Execuções Fiscais, o Código do Imposto Sobre os Rendimentos do Trabalho e o Código Geral Tributário.

De acordo com o responsável pela unidade tributária, citado pelo Jornal de Angola, a redução da taxa do Imposto Industrial deverá promover a competitividade das empresas, de forma a tornar o território angolano mais atractivo para o investimento directo estrangeiro. Assim sendo, a partir de 2015 os comerciantes em nome individual deixarão de ser submetidos ao pagamento do imposto, passando a ser tributados em sede de imposto sobre os rendimentos de trabalho. Ou seja, o imposto industrial passa a incidir, exclusivamente, sobre pessoas colectivas.

Como forma de tornar mais eficientes os instrumentos de cobrança coerciva de impostos, o Executivo passará, a partir do próximo ano, a seguir o novo Código de Execuções Fiscais. Assim, o Governo poderá penhorar salários, créditos, rendas, imóveis, contas bancárias, bens móveis e outros activos de contribuintes que não cumpram com o pagamento de impostos.
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