EUA derruba aviões do Iraque que atacavam posições do Exercito Islâmico

Publicado por: Redação Irã News


A chamada coligação internacional anti-EIIL liderada por os EUA, atacaram um modelo de aeronave de combate da Força Aérea Sukhoi no Iraque, durante a realização de uma operação antiterrorista na cidade de Al-Ramadi, capital da província de Al-Anbar.

A agência de notícias Almaalomah, citando testemunhas, informou que dois aviões de guerra bombardeavam posições do grupo terrorista EIIL e que matou 35 terroristas ele e causou grandes danos ao seu equipamento.

Uma aeronave da coalizão liderada pelos Estados Unidos apareceu e atacou um dos aviões iraquiano fazendo com que o dispositivo explodisse no céu.

As autoridades iraquianas ainda não emitiu qualquer comentário sobre o incidente, que ocorreu no deserto de Huran, no entanto, fontes dizem que a agressão cometida pela coalizão estrangeira foi intencional.

Este não é um acontecimento isolado. Em várias ocasiões, o Iraque postou fotos e gravações, segundo a qual as tropas estrangeiras em vez de atacarem os terroristas direcionam seus ataques contra o exército iraquiano e, em seguida, afirmam que foi um erro.

Em quatro de março, aviões de combate d da coalizão anti-EIIL bombardeou uma posição voluntária de forças iraquianas perto da capital, Bagdá.

De acordo com uma testemunha local, dois membros do grupo de voluntários que lutam lado a lado com as forças armadas iraquianas para livrar o país de terroristas takfiríes, morreram em consequência dos ferimentos graves sofridos durante o ataque.

Fontes confiáveis ​​dizem que nos últimos meses, os aviões de combate da coalizão nunca bombardearam as províncias de Daesh e Salah al-Din (centro) e Al-Anbar, mas liberaram grandes quantidades de armas e munições para os elementos EIIL em áreas de conflito.

Almaalomah acrescentou que alguns partidos políticos iraquianos pediram ao governo que interrompa a sua colaboração militar com os EUA e que recorra à Rússia ou outros países para os fornecimentos de armas de que necessita para lutar contra os terroristas.

O premir iraquiano Haidar al-Abadi (à esquerda) durante sua reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, capital da Rússia. 21 de maio de 2015

Em oito de agosto, os EUA e seus aliados lançaram ataques aéreos no Iraque e no final do mês de Setembro, estenderam para a Síria.

No entanto, até agora não houve nenhum resultado tangíveis e apenas o bombardeio da coalizão têm contribuído para a destruição de infraestruturas vitais na Síria e no Iraque, independentemente do número de vítimas civis.

Ele acrescentou que os 24 participantes nesta coalizão, junto com os países das Nações Unidas (ONU) pretende realizar uma reunião em junho para tratar sobre os últimos desenvolvimentos na Síria e no Iraque.

Sobre o Iraque, os membros da coalizão irão abordar, entre outras questões, a queda da cidade de Al-Ramadi agora sobre controle dos terroristas e a formação de um “governo mais abrangente”, através do qual segundo varias autoridades iraquianas, os americanos buscam dividir o Iraque.

Enquanto isso, o Congresso dos Estados Unidos apresentou um plano para fornecer armas e dinheiro diretamente para as comunidades sunitas e curdas no Iraque sem consultar o governo central em Bagdá.

O governo iraquiano se opôs à iniciativa de fornecer assistência militar direta às forças sunitas e curdas Peshmerga e tribos sunitas a parti da Lei de Defesa Nacional de 2006, pois trata essas comunidades como “dois estados” será um incentivo a mais divisões e incentiva regionalismo em território Iraque.

O governo iraquiano denunciou o plano porque ele afeta a soberania e “uma flagrante interferência nos assuntos internos”.

Analistas políticos questionam os objetivos de Washington nesta nova luta contra o terrorismo no Oriente Médio, e nos lembram de que grupos extremistas como o EIIL nascido com a ajuda financeira de países como o próprio Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita e Qatar.

Hispan TV





Publicado por: Redação Irã News

Tradução: Valter Xéu
Armando Guebuza acusado de preparar golpe contra Samora Machel

Relação entre os dois era “muito tensa” antes do acidente de Mbuzini, segundo depoimento de antigo militar moçambicano.

O depoimento de 1998 de um antigo Comandante da Força Aérea Moçambicana perante a Comissão da Verdade e Reconciliação da África do Sul (TRC), agora divulgado ao abrigo da Lei da Promoção do Acesso à Informação, em vigor naquele país desde 2000, revela que as relações entre Armando Guebuza e Samora Machel antes do acidente de Mbuzini “eram muito tensas”, tendo o então Ministro do Interior preparado uma “força especial” com o “objectivo de derrubar o presidente Machel”.

Ouvido pelo TRC à porta fechada, na Cidade do Cabo, a 3 de Junho de 1998, o Coronel João Honwana falava no âmbito da Comissão de Inquérito moçambicana instaurada para investigar as causas da morte do presidente Samora Machel, que faleceu na sequência da queda de um avião russo nos montes Libombos, próximos da aldeia sul-africana de Mbuzini.

Segundo o CanalMoz, a situação levou Machel a despromover Guebuza de ministro do Interior para um cargo que “basicamente não tinha nenhum significado”. Honwana relatou ainda uma série de reuniões do Bureau Político da Frelimo em “torno da questão Guebuza” que motivaram uma “troca de palavras bastante tensas entre Guebuza e o Presidente Samora Machel”.

O depoimento de Honwana centra-se também na situação militar de Moçambique, sobre a qual Samora Machel pouco sabia. “Ele deu a entender que havia sido induzido em erro, e levado a acreditar que as Forças Armadas tinham o controlo da situação”, quando a realidade era outra, disse o coronel, citado pelo CanalMoz.

Numa visita à Base Aérea de Nacala, o então presidente moçambicano terá revelado a intenção de substituir o Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, o general Sebastião Mabote, por Armando Panguene, pois “a vitória contra a Renamo dependia da colocação da pessoa certa no lugar certo”.

De acordo com o depoimento do Coronel João Honwana, a mudança seria a primeira de várias reformas previstas no exército moçambicano, uma vez que Samora Machel, no regresso da viagem à Zâmbia, a 19 de Outubro de 1986, “preparava-se para remodelar a estrutura de comando das Forças Armadas de Moçambique”.
Vaga para estrangeiros em universidade brasileiras grátis até 3/7/2015

VAGAS PARA ESTRANGEIROS EM UNIVERSIDADES DO BRASIL. GRATUITO: ATÉ 03/07/2015



São Paulo, 18 de maio de 2015. Estrangeiros tem até 3 de julho para se inscrever no Programa de Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G). O programa oferece a estudantes de países em desenvolvimento vagas para cursar o ensino superior em Universidades brasileiras.

Para participar da seleção o candidato estrangeiro deve ter entre 18 e 23 anos e ensino médio completo. O programa é de iniciativa dos ministérios da Educação e das Relações Exteriores, em parceria com universidades públicas e particulares de todo o país.

Os selecionados podem fazer o curso escolhido de graça. Ao fim do programa, o aluno deve assumir o compromisso de voltar ao país de origem e realizar uma contribuição social na área em que se graduou.

A abertura das inscrições para esta edição do PEC-G foi estabelecida pelo Edital nº 13, de 13 de abril de 2015, da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação. Compete ao MEC coordenar os procedimentos referentes à adesão das instituições de ensino, a oferta de vagas, seleção e matrícula dos candidatos e acompanhamento do programa.

Atualmente, estão matriculados no programa 1.431 estudantes, oriundos de 21 países. Entre eles, Cabo Verde, Guiné-Bissau, África do Sul, Gana, Angola, Benim, Congo, Senegal, Quênia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Suriname, Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela, etc.

Estudantes_003

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EDITAL Nº 13, DE 30 DE ABRIL DE 2015

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

PROCESSO SELETIVO 2016 PARA INGRESSO NO PROGRAMA

DE ESTUDANTES-CONVÊNIO DE GRADUAÇÃO – PEC-G

O Ministério da Educação – MEC, por intermédio da Secretaria de Educação Superior – SESu, no uso de suas atribuições regimentais e tendo em vista o previsto no Decreto nº 7.948 de 12 de março de 2013, torna pública a abertura de inscrições para o Processo Seletivo do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação – PECG para o ano letivo de 2016. 1 – CONCEITUAÇÃO

O Programa de Estudantes-Convênio de Graduação – PEC-G, administrado conjuntamente pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação – SESu/MEC e pelo Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores – DC/MRE, destina-se à formação e qualificação de estudantes estrangeiros por meio de oferta de vagas gratuitas em cursos de graduação em Instituições de Ensino Superior – IES brasileiras.

O PEC-G constitui-se num conjunto de atividades e procedimentos de cooperação educacional internacional, preferencialmente com os países em desenvolvimento, com base em acordos bilaterais vigentes, e caracteriza-se pela formação do estudante estrangeiro em curso de graduação no Brasil e em seu retorno ao país de origem, ao final do curso.

2 – DAS VAGAS

2.1. As IES participantes do Programa cadastrarão, no Sistema Integrado do MEC – SIMEC, os cursos disponíveis, informando a modalidade (bacharelado ou licenciatura), o campus, o semestre de ingresso e o número de vagas ofertadas, bem como quaisquer observações adicionais.

2.2. Somente serão ofertadas vagas para cursos de graduação em período diurno ou integral.

2.3. A lista de cursos oferecidos poderá ser consultada nas páginas eletrônicas da SESu/MEC e da DCE/MRE, pelos seguintes links:


3 – DOS REQUISITOS PARA CANDIDATURA

3.1. Poderá concorrer a uma vaga no PEC-G o estudante estrangeiro:

3.1.1. residente no exterior e cidadão dos países indicados no item 8 deste Edital, que não seja portador de visto permanente ou de qualquer outro tipo de visto temporário para o Brasil;

3.1.1.1 é vedada a participação de cidadãos brasileiros, ainda que binacionais, assim como de candidatos cujo genitor ou genitora seja brasileiro;

3.1.2. que possua 18 anos completos até 31 de dezembro de 2015 e, preferencialmente, até 23 anos;

3.1.3. que apresente Termo de Responsabilidade Financeira, por meio do qual seu responsável financeiro afirme dispor de um mínimo equivalente a US$400,00 (quatrocentos dólares norte-americanos) mensais para custear as despesas com subsistência no Brasil durante o curso de graduação;

3.1.4. que firme Termo de Compromisso em que se obrigue a cumprir as regras do PEC-G;

3.1.5. que tenha cursado o ensino médio (secundário ou equivalente), em sua totalidade, fora do Brasil;

3.1.5.1. o candidato que não tenha concluído o ensino médio até a data da inscrição deverá apresentar o Certificado de Conclusão do ensino médio no ato da matrícula na IES brasileira, caso selecionado;

3.1.6. que apresente o Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros – Celpe-Bras.

3.1.6.1. O candidato oriundo de país em que não haja aplicação do Celpe-Bras deverá prestar o referido exame no Brasil, uma única vez, no segundo semestre de 2016, após conclusão do curso de Português para Estrangeiros preparatório para o exame Celpe-Bras, em IES credenciada.

3.1.6.2. O candidato não certificado no Celpe-Bras aplicado no Brasil não poderá ingressar no PEC-G, vedada a prorrogação de seu registro e do prazo de estada no Brasil, conforme disposto na Lei nº 6.815, de 19 de agosto de 1980 e no Decreto no 86.715, de 10 de dezembro de 1981.

3.2. É vedada nova inscrição no PEC-G ao candidato selecionado que deixar de efetuar sua matrícula inicial na IES sem justificativa.

4 – DA INSCRIÇÃO

4.1. A inscrição para o Processo Seletivo do PEC-G 2016 é totalmente gratuita e deverá ser realizada junto a missão diplomática brasileira em país participante do Programa, conforme o item 8 deste Edital.

4.2. Serão aceitas inscrições realizadas no período de 4 de maio a 3 de julho de 2015.

4.3. O candidato deverá comparecer à missão diplomática brasileira para preenchimento do Formulário de Inscrição ao Processo Seletivo, portando os seguintes documentos:

4.3.1. original e cópia de certificado de conclusão do ensino médio cursado fora do Brasil ou documento equivalente;

4.3.1.1. Nos países em que a emissão do referido certificado se der após o prazo de inscrição no Processo Seletivo, aceitar-se-á, em caráter provisório, declaração de conclusão de ensino médio emitida pelo educandário onde o candidato estudou.

4.3.2. original e cópia do histórico escolar com a relação de disciplinas cursadas e notas obtidas durante todas as séries do ensino médio;

4.3.3. original e cópia de certidão de nascimento do candidato e de seus genitores;

4.3.3.1. Nos países onde não existir o documento, a referida certidão poderá ser substituída por original e cópia da carteira de identidade ou do passaporte do candidato, desde que estejam mencionados filiação, local e data de nascimento de seu portador.

4.3.4. original e cópia do certificado de aprovação no CelpeBras, ou original e cópia do comprovante de inscrição na edição de abril de 2015 do referido exame, para candidato de país onde este seja aplicado;

4.3.5. original de certificado médico de saúde física e mental expedido com, no máximo, 90 dias de antecedência à apresentação da candidatura. O certificado deverá informar se o candidato sofre de doença crônica, ou se está recebendo algum tipo de tratamento;

4.3.6. original do Termo de Compromisso devidamente preenchido, assinado e datado; e

4.3.7. original do Termo de Responsabilidade Financeira devidamente preenchido, assinado e datado, acompanhado de comprovante(s) de renda do signatário que ateste(m) sua capacidade de cumprir com o compromisso assumido.

4.3.7.1. O Termo de Responsabilidade Financeira poderá ser firmado por pessoa física e/ou jurídica, desde que esta se responsabilize pela subsistência integral do candidato no Brasil.

4.3.7.2. O signatário do Termo de Responsabilidade Financeira deverá comprometer-se a enviar um mínimo equivalente a US$400,00 (quatrocentos dólares norte-americanos) mensais para subsistência do candidato durante toda sua estada no Brasil. Deverá, ainda, comprovar renda mínima três vezes superior à quantia mensal a ser enviada ao candidato.

4.3.7.3. O candidato que conte com mais de uma fonte de financiamento deverá apresentar Termos de Responsabilidade Financeira preenchidos e firmados separadamente por cada um dos responsáveis financeiros, com indicação dos valores a serem repassados.

Cada responsável financeiro deverá comprovar renda mínima três vezes superior à quantia mensal com a qual se comprometerá a contribuir para subsistência do candidato.

4.3.7.4. O candidato que, caso selecionado para o PEC-G, seja beneficiado por bolsa ou crédito escolar do Governo de seu país, deverá apresentar, no momento da inscrição, original e cópia de declaração da fonte pagadora do benefício, com indicação de valores.


4.5. Com exceção do Termo de Compromisso e do Termo de Responsabilidade Financeira, os demais originais da documentação requerida serão devolvidos ao candidato após apresentação ao funcionário da Missão Diplomática brasileira responsável pela inscrição.

4.6. Não será aceita documentação incompleta, rasurada, sem as devidas assinaturas, ou entregue fora do prazo estabelecido no item 4.2 deste Edital.

5 – DA SELEÇÃO

5.1. A seleção das candidaturas será realizada por Comissão de Seleção instituída por meio da Portaria SESu nº 510, de 21 de agosto de 2006, composta por docentes e técnicos das IES brasileiras participantes do PEC-G.

5.2. A seleção constará de análise do histórico escolar do candidato, considerando-se:

5.2.1. média global do ensino médio igual ou superior a 60% (sessenta por cento);

5.2.2. média global do ensino médio no idioma oficial de seu país (francês, inglês, espanhol ou português) igual ou superior a 60% (sessenta por cento); e

5.2.3. adequação do currículo do ensino médio ao(s) curso(s) de graduação pretendido(s).

6 – DOS RESULTADOS

6.1. O resultado preliminar e o resultado final do Processo Seletivo do PEC-G 2015 serão divulgados nas páginas eletrônicas da SESu/MEC e da DCE/MRE, pelos seguintes links:

6.2. Os selecionados no resultado preliminar deverão informar à Missão Diplomática brasileira em seus países acerca da aceitação ou desistência das vagas oferecidas, dentro de prazo a ser indicado pela referida Missão.

6.3. O resultado final do Processo Seletivo será divulgado após o preenchimento das vagas porventura decorrentes de desistências

7 – DISPOSIÇÕES FINAIS

7.1. O Processo Seletivo do PEC-G 2016 destina-se à ocupação de vagas para o primeiro semestre de curso de graduação, não sendo possível, portanto, o aproveitamento de estudos universitários eventualmente realizados em outro país.

7.2. O candidato selecionado oriundo de país, onde não ocorra aplicação do exame Celpe-Bras, deverá frequentar, durante o ano letivo de 2016, curso de língua portuguesa para estrangeiros em IES brasileira para a qual for designado, onde prestará o exame CelpeBras, em outubro de 2016.

7.2.1. A não certificação no Celpe-Bras encerrará o vínculo do aluno com o PEC-G, sem possibilidade de recurso ou de repetir o exame no ano seguinte, vedada a prorrogação de seu registro e seu prazo de estada no Brasil, nos termos da lei.

7.3 A inscrição do candidato implica a aceitação das regras e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar desconhecimento.

7.4. O não atendimento da candidatura a todos os critérios estabelecidos neste Edital resultará na desclassificação do candidato.

7.5. Será eliminado, a qualquer época, mesmo após matriculado, o candidato que houver utilizado, comprovadamente, documentos e/ou informações falsas ou outros meios ilícitos para participar do Processo Seletivo do PEC-G 2016.

7.6. Maiores informações sobre o PEC-G, incluindo calendário de atividades do Processo Seletivo do PEC-G 2016, poderão ser obtidas nas páginas eletrônicas da DCE/MRE e da SESu/MEC.

7.7. Os casos omissos ou excepcionais serão analisados pela coordenação do Programa no MEC e no MRE.

8 – PAÍSES PARTICIPANTES DO PEC-G

África, Ásia e Oceania: África do Sul, Angola, Argélia, Benin, Cabo Verde, Cameroun, China, Côte d’Ivoire, Egito, Gabão, Gana, Guiné-Bissau, Índia, Líbano, Mali, Marrocos, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Paquistão, Quênia, República do Congo, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe, Senegal, Síria, Tailândia, Tanzânia, Timor Leste, Togo, Tunísia.

América Latina e Caribe: Antígua e Barbuda, Argentina, Barbados, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Guiana, Haiti,Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Suriname, Trinidad e Tobago, Uruguai, Venezuela.

JESUALDO PEREIRA FARIAS

Secretário

(Publicação no D.O.U n.º 82, de 04/05/2015, Seção 3, págs. 63/64)
Situação confusa no Burundi após tentativa de golpe de Estado

A situação de segurança e política continuava confusa esta Quinta-feira 24 horas após o anúncio da tomada do poder por militares amotinados nas antenas de uma rádio privada independente, enquanto tropas leais ao regime do Presidente Pierre Nkurunziza afirmam controlar as principais posições estratégicas de Bujumbura, a capital política e económica do país, como a Radio-Televisão Nacional do Burundi

Pierre NkurunzinzaOs amotinados aproveitaram a ausência do Presidente Nkurunziza, esteve Quarta-feira em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, para participar numa cimeira dos chefes de Estados e Governos da Comunidade da África Oriental (EAC).

A cimeira devia propor soluções de resolução da crise devido à vontade do chefe de Estado cessante do Burundi disputar um terceiro mandato nas eleições presidenciais previstas para 26 de Junho próximo neste país.

O ex-chefe dos Serviços de Inteligência, major-general Godefroid Niyombare, aproveitou a oportunidade para anunciar, Quarta-feira à tarde, em nome dum auto-proclamado Comité Militar para a Restauração da Concórdia Nacional, a destituição do Presidente Nkurunziza e a dissolução do Governo.

No entanto, o chefe do Estado-Maior General do Exército, general Prime Niyongabo, publicou uma declaração contrária à decisão dos amotinados e anunciou o controlo da situação.

A declaração mediática do chefe do Estado-Maior General do Exército burundês foi precedida, Quarta-feira à noite, por tiroteios intensos em várias zonas da cidade de Bujumbura entre os amotinados e os lealistas.

Quarta-feira à noite, várias rádios e televisões privadas independentes foram atacadas com obuses, armas automáticas ou granadas.

Ignora-se, no entanto, a existência duma relação entre estes ataques e a difusão da mensagem dos amotinados nas antenas das rádios Bonesha FM, Isanganiro, Rádio Pública Africana ou da rádio-televisão Renascimento. Homens armados fizeram irrupção esta Quinta-feira de manhã na rádio Bonesha FM para ordenar o seu encerramento.

Apenas a rádio Isanganiro continuou a ser audível esta Quinta-feira, enquanto a tensão entre amotinados e lealistas continua para o controlo da Rádio-Televisão Nacional do Burundi (RTNB).

Um dos líderes do movimento de protestos contra o terceiro mandato do chefe de Estado cessante, Pacifique Nininahazwe, lançou um apelo, Quarta-feira à noite, aos manifestantes para sairem à rua para libertar a RTNB das mãos dos soldados lealistas.

Este apelo não foi ouvido, pois os tiroteios continuavam de forma esporádica no centro da cidade de Bujumbura. Nenhum movimento foi registado no interior do país, enquanto as fronteiras terrestres, aérea e lacustres estão encerradas desde Quarta-feira à noite pelos amotinados.

O avião do chefe de Estado burundês, Pierre Nkurunziza, não aterrou no aeroporto internacional de Bujumbura, como previsto, no seu regresso da cimeira de Dar-es-Salaam. Notícias por enquanto difíceis de verificar revelam a presença do Presidente Nkurunziza na capital burundesa.
África do Sul acompanha de perto situação no Burundi

O Governo sul-africano está a acompanhar de perto a situação no Burundi após notícias dando conta duma alegada destituição do Presidente Pierre Nkurunziza por um general recentemente demitido pelo chefe de Estado.

No entanto, o porta-voz do Governo sul-africano, Clayson Monyela, declarou ser ainda “muito cedo” para se determinar se houve efectivamente um golpe de Estado real no país. O major-general Godfroid Niyombare leu, Quarta-feira, um comunicado nas antenas da rádio Bonesha FM (privada), denunciando uma suposta violação da Constituição e dos Acordos de Paz de Arusha pelo Presidente burundês na sua vontade de disputar um terceiro mandato durante as próximas eleições previstas para Junho de 2015 no país. “Tendo em conta a necessidade de preservar a integridade territorial, o Presidente Pierre Nkurunziza foi destituído das suas funções de chefe de Estado”, indica o comunicado do general Niyombare.

Numa altura em que Nkurunziza devia estar em Dar es Saalam, na Tanzânia, para uma cimeira extraordinária de líderes dos países da África Oriental, as notícias que chegam da capital burundesa, Bujumbura, falam de cenas de júbilo generalizado.

A cimeira de Dar es Saalam foi convocada especificamente para reflectir sobre o impasse, no plano político, e sobre os problemas de segurança com que estão confrontados os burundeses, “a fim de encontrar um desfecho favorável”, declarou num comunicado o porta-voz do Vice-Presidente sul-africano, Ronnie Mamoepa.

O Vice-Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, também se deslocou à capital tanzaniana para, em representação do Presidente Jacob Zuma, participar na cimeira extraordinária destinada a encontrar as vias e soluções para esta crise burundesa.
EAC condena golpe de Estado

Os chefes de Estado da Comunidade Este-Africana (EAC), reunidos hoje (quarta-feira), em Dar es Salaam, para encontrar uma solução à crise aberta no Burundi pela candidatura do presidente Pierre Nkurunziza a um terceiro mandato, condenaram o “golpe de Estado”, anunciado por um general do exército, noticiou a AFP.

Numa declaração lida pelo presidente tanzaniano Jakaya Kikwete, anfitrião da Cimeira, os chefes de Estado estimaram igualmente que “as condições não eram propícias para a realização de eleições no Burundi” e solicitaram “as autoridades burundesas no sentido de adiar os escrutínios” legislativo previsto para 26 de Maio e presidencial previsto para 26 de Junho.
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