JOVEM NITO ALVES EM GREVE DE FOME

Nito Alves, um dos 15 jovens activistas angolanos detidos desde 20 de Junho em Luanda, suspeitos do crime de rebelião contra o Estado, iniciou uma greve de fome, revelou o advogado de defesa, Walter Tondela.

S egundo o advogado, que representa neste processo seis dos detidos, Manuel Nito Alves, que em 2014 já tinha sido julgado – e absolvido – por insultos ao Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos (no poder desde 1979 se nunca ter sido nominalmente eleito), está em greve de fome por recear alimentar-se da comida fornecida pelos Serviços Prisionais.

“Eles, os detidos, estão incomunicáveis [dez dias, por decisão do juiz], as famílias não podem levar comida de fora, e ele tem receio do que pode acontecer. Por isso não come”, disse Walter Tondela, acrescentando que os 15 jovens activistas detidos preventivamente estão distribuídos por três estabelecimentos prisionais da grande Luanda.

De acordo com informação divulgada a 25 de Junho pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o grupo de 15 jovens activistas estaria a preparar um atentado contra o Presidente e outros membros dos órgãos de soberania.

O Ministério Público validou a detenção por a conduta dos suspeitos configurar actos preparatórios para o cometimento do crime de rebelião, tendo sido decretada a prisão preventiva “por inconveniência da liberdade provisória”.

Na versão dos jovens activistas, associados ao designado Movimento Revolucionário, estes encontravam-se regularmente para discutir intervenção política e cívica, inclusive com acções de formação.

Numa destas reuniões, a 20 de Junho, foram detidos pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) 13 elementos, em Luanda, em flagrante delito – segundo a definição do regime -, o mesmo acontecendo, nos dias seguintes, com outros dois.

De acordo com Walter Tondela, não existem elementos suficientes para manter a prisão preventiva destes jovens e a presunção de inocência deveria levar à sua libertação, conforme recurso que será apresentado brevemente.

“Contava fazer isso até sexta-feira, mas estamos a ter muitas dificuldades neste processo, no acesso às informações. Amanhã [quarta-feira] mesmo vou para trabalho de campo, percorrer todas as penitenciárias, para falar com eles e agilizar o recurso que vou interpor”, disse o advogado.

Na informação anterior, a PGR garantiu que continua a instrução preparatória, com vista à conclusão e introdução em juízo, assegurando o Ministério Público a garantia dos direitos fundamentais dos detidos, em conformidade com a Constituição angolana e a lei.

De acordo com a Procuradoria, os encontros promovidos por estes jovens activistas tinham como objectivo a formação de formadores para mobilizar a população de Luanda para uma insurreição e desobediência colectiva, com a colocação de barricadas nas principais artérias da cidade capital e a queima de pneus em locais de maior afluência de cidadãos estrangeiros, nomeadamente o aeroporto internacional 4 de Fevereiro.

Acrescenta a PGR que confirmados os factos constantes de uma denúncia anterior, e face à sua gravidade, foram emitidos mandados para buscas, revistas e apreensões no local das reuniões e que foi encontrado na posse do grupo manuais de instruções e outros documentos, bem como escritos em cadernos com teores comprovativos das “suas intenções criminosas”.

“De realçar que entre os documentos apreendidos consta a composição de todos os Órgãos do Estado que seriam criados pelos insurrectos, desde o Presidente e o Vice-Presidente da República, o Presidente da Assembleia Nacional, os Tribunais Constitucional, Supremo, de Contas e Supremo Militar, entre outras instituições do Estado e os governos provinciais”, lê-se no comunicado.

A nota refere ainda que os “insurrectos” pretendiam denominar os novos órgãos do Estado por “Governo de Salvação Nacional”, tendo já a indicação dos nomes de futuros titulares dos cargos públicos, constando igualmente os nomes de alguns cidadãos ora detidos.

Para ter “cadernos com teores comprovativos das suas intenções criminosas” bastava aos jovens ter na sua posse, por exemplo, a profusa literatura guerrilheira do… MPLA.

Acrescenta a PGR que durante as buscas e revistas, foram apreendidos na posse dos detidos, computadores portáteis, pen-drives, telemóveis, entre outros objectos “com conteúdo suspeito”.

Não conseguiram, no entanto, encontrar o material bélico – mesmo que antigo – que poderiam consubstanciar um atentado, e que estava escondido nos telemóveis. A saber: 925 Kalashnikov, 423 mísseis Stinguer, 14 órgãos Staline e katyushas e oito tanques Merkava.

A argumentação do PGR revela a veia cómica dos autores da comédia. Então é crime ter uma relação do que é público, como sejam os titulares dos órgão do Estado? Esta é mesmo digna. Nem o camarada Kim Jong-un se tinha lembrado disso.

A nota refere ainda que os “insurrectos” pretendiam denominar os novos órgãos do Estado por “Governo de Salvação Nacional”, tendo já a indicação dos nomes de futuros titulares dos cargos públicos, constando igualmente os nomes de alguns cidadãos ora detidos.

Agora sim. Façam o favor de se rir. Mas tenham cuidado. É que se calhar o rir é sinónimo de tentativa de golpe de Estado. E chorar também. E estar vivo também.



Fonte : folha8 online
COMO VOCÊ PODE SENTIR ORGULHO DE ÁFRICA ?

Ser Africano? O que significa? Como você pode sentir orgulho de África?

O mundo actual acha extremamente ruim ser Africano, ou mesmo ser Afro-descendente, para muitos África se encerra em subdesenvolvimento, fome, penúria e guerras, conflitos doenças, sim esta é a imagem que a propaganda mundial tem em sua agenda com relação a África, suas manifestações sobre o continente apenas delatam horrores que faz com os Africanos não se orgulhem de seu continente matriz.

A ideia de ser Africano vem associada a estes todos males de forma invicta, mais porquê até hoje esta campanha de desinformação contra África e suas gentes continua? As vezes precisamos entender os contextos actuais e somente assim atacar as causas, é necessário entendermos o que representa África agora e o porquê, isto creio que poderei relatar em outra publicação.

Você não é Africano…
Sim hoje em dia para muitos o conceito de ser Africano passa simplesmente por vestir uma calça de panos Africanos, ou mesmo uma t-shirt com dizeres “ i love África” será que dessa forma você se torna Africano?

Eu não creio, qualquer um pode por uma t-shirt pan-africanista, porém nem todos sabem o que significa África, ou pelo menos sabem como amar África, amar África vai muito mais longe do que julgamos, amar África significa irmos em busca de África, não a África dos nossos manuais de história, mais a África a frente de todos mais escondida de nossos olhos, amar África significa ir em busca de sua história ocultada propositadamente por seus agressores coloniais, para que você não se orgulhe dela, você precisa conhecer nossa riqueza espiritual e histórica, nossa riqueza cultural, nossos heróis que foram atirados nas valas comuns da história, sim você precisa ir ao encontro da África que vive ainda fora dos manuais de história, você precisa de partir em busca da África alternativa, a África dos reinos e impérios a África de reis e rainhas, a África dos batuques e da espiritualidade intensa, quando você entender o quão profunda é África você vai aprender a ama-la de forma tão intensa e incondicional, que sua t-shirt não falará mais alto que você quando o assunto for África enfim amar África é viver África.

Quando você descortinar África seu complexo de inferioridade se extinguira, seu ódio por você mesmo se apagará, e você será mais um daqueles que quererá deixar seu continente melhor do que encontrou!


Felizmente hoje já temos muitos escritores interessados no despertar do continente, eu sugiro que você leia mais sobre África, existem uma pilha de livros que você pode acessar,autores como Cheik anta Diop, KimZerb, e outros estão na vanguarda do despertar da consciência Africana, a internet pode ser bem mais interessante do que simplesmente um atalho para filmes porno de sites gratuitos, existe muito material online, porém você somente vai achar se seu interesse direccionar o seu foco.
Você precisa entender que antes de você ser escravo um dia você foi um rei!

Isidro Fortunato
PORQUE MUITOS NEGROS (NA DIASPORA) VENERAM A RAÇA BRANCA

ADORAÇÃO DA COR.


“Alguma vez você já se perguntou como é possível que pretos venerem a raça branca e a cultura branca, apesar dos maus tratos brutais sofridos ao longo da história?”

Não é segredo que a raça branca tem tratado a raça negra com imensa brutalidade ao longo da história. A história na qual eles foram para a terra de nossos antepassados e pilharam, roubaram, escravizaram e assassinaram milhões.

O que também parece inconcebível é que apesar destes actos brutais milhões de negros na actualidade veneram a brancura, muitos chegam ao ponto de branquear suas peles e apenas dão ouvidos aos brancos.

Como é possível que tantos negros acreditam que a sociedade branca é colectivamente a que tem os mais elevados padrões éticos e morais apesar de uma história brutal que prova exactamente o contrário (história que inclui linchamentos, castrações, mutilações, as leis Jim-Crow etc)

Tal contradição parece uma loucura. Mas o que explica esta profunda contradição?

A resposta a esta pergunta não é tão difícil. A razão para essa imensa contradição não é porque os negros são tolos ou esquecidos. A verdadeira razão é que os negros estão a ser deliberadamente programadas para esquecer os maus tratos brutais cometida pelos brancos ao longo da história, estes negros estão sendo manipulados através de uma programa de guerra psicológica maciçamente implantado nas sociedades para eles admirarem os brancos e sua cultura.

A versão da história dada aos negros, é fortemente revista para favorecer a agenda das elites brancas dominantes, escondendo a verdadeira brutalidade dos crimes cometidos contra os negros em toda história e ao fazer isso fomentam um sentimento irreal de falso patriotismo usado para fabricar preto a fiéis a governos brancos ainda muito racista.

Aqui está um exemplo de como ele funciona e por que ele foi implementado:

Imagine que um invasor invadiu uma casa, roubando e deixando-a em ruínas. Em seguida, o invasor sequestra as crianças da casa para trabalhar como empregadas dentro de sua casa. Este invasor, temendo uma eventual vingança destas crianças, pode achar que é necessário implementar um sistema para garantir que estas crianças permanecem leais a ele.

Enquanto o invasor, através de suas forças armadas pode roubar e destruir a casa, eles não podem garantir a lealdade, ou manter a paz com os filhos da vítima por muito tempo, a menos que crie um sistema para suprimir a dissidência, ou a menos que possam ser convencidos a conceder seu consentimento a ser dominados.
Para se proteger de retribuição o invasor teria que manter um rigoroso controlo de todas as informações dadas a essas crianças. Isso inclui o seu desenvolvimento educacional e religioso.

O invasor também pode achar necessário recontar os acontecimentos da invasão. Eles podem fazê-lo mostrando aos filhos fotos de sua ex-casa arruinada enquanto falsamente recontar os detalhes do evento (quantas vezes os brancos dizem que fomos um povo atrasado e sem história).

Os invasores recontar os fatos do crime dizendo a essas crianças que eles apenas os resgataram de uma casa em ruínas onde eram indesejados pelos pais. Isso faria com que as crianças desenvolvam um sentimento indigno de lealdade e apreço para com seu sequestrador /invasor. O invasor também pode achar que é necessário implementar um esquema para dividir as crianças, para evitar que eles nunca se unificam contra seu invasor, ensinando-os a não confiar uns nos outros, ao mesmo tempo ensinando-os a confiar somente nele.

Um enorme programa psicológico é precisamente o que está a ser implementado de forma encoberta contra os negros. Actualmente muitos negros na diaspora são deliberadamente submetidas (através de fontes de mídia controladas totalmente pelos brancos) a imagens de África destinadas a produzir vergonha de sua herança.

Eles estão constantemente mostrando apenas as imagens de um continente devastado pela guerra, cheio de fome, e analfabetos. Estas representações deploráveis de África exibindo apenas suas comunidades mais pobres são, de facto, concebida para tornar os negros na diáspora gratos pelo facto de seus antepassados terem sido escravizados e levados para as Américas. Eles estão sendo mentalmente programados para pensar que são sortudos por terem sido tirado do atraso de África.

Suas representações de África é também aquele que engana muitos negros na diáspora, muitos acreditam que a maioria de seus ancestrais africanos facilmente deu-os ao invasor branco. Suas representações deliberadamente escondem o massacre brutal de inúmeros guerreiros africanos que morreram nas batalhas tentando resgatar seus parentes queridos capturados.

O número de africanos que morreram em batalhas travadas contra os invasores brancos superou o número de africanos que auxiliaram no comércio de escravos. A ocultação dessas batalhas ferozes e massacres é para perpetuar a mentira e isso gera um sentimento de ressentimento entre muitos negros na Diáspora (principalmente afro-americanos) para com os africanos, assim, cumpre o objectivo de dividir e conquistar. Este condicionamento psicológico é projectado para quebrar a sensação de herança, lealdade e unidade entre os negros na Diáspora.

Este processo psicológico condicionado também está sendo deliberadamente feito para estudantes negros durante o seu desenvolvimento educacional em que o que eles estão sendo mal-educados a respeitar e admirar a cultura branca e realizações sobre o seu próprio. Também acontece dentro de nossas igrejas, onde os negros são ensinados a adorar apenas divindades brancas
A mente humana é como um computador, não importa o quão eficiente pode ser a sua fiabilidade é tão grande como a informação alimenta. Se é possível controlar a entrada da informação à mente humana, então não importa o quão inteligente uma pessoa pode ser que será possível controlar totalmente o que ele vai pensar.

Traduzido e adaptado do livro de Franklin Jones.The Black Matrix: Programa de Gestão de Percepção usado para controlar pessoas negras (c) 2006, revisado em 2008.





Por : Africanos de pensamento livre
ELEIÇÕES SIM , DESDE QUE SE GARANTA QUE O MPLA GANHA

#DigitalAngolacubriua #reacçãodoJESsobregolpedeestado.
O Presidente de Angola desde 1979, nunca nominalmente eleito, José Eduardo dos Santos, afirmou hoje que nas “actuais circunstâncias” do país pretende levar o mandato até ao fim, mas apontou a necessidade de estudar com seriedade a construção da transição em Angola.

T radução: Angola continua a ser o MPLA e o MPLA continua a ser Angola, pelo que se impõe que a transição garanta a continuidade do partido no poder (onde está desde 1975) e, é claro, a vitalícia presidência do “querido líder” também conhecido pelo “escolhido de Deus”-

“Em certos círculos restritos era quase dado adquirido que o Presidente da República não levaria o seu mandato até ao fim, mas é evidente que não é sensato encarar essa opção nas actuais circunstâncias”, afirmou José Eduardo dos Santos no discurso de abertura da terceira reunião extraordinária do comité central do MPLA.

Esta reunião visa preparar o sétimo congresso ordinário do MPLA, a decorrer em 2016 e que por sua vez vai eleger, entre outros cargos de direcção, o de presidente do partido (José Eduardo dos Santos) que, obviamente, será o chefe do Governo e Presidente da República.

“Penso entretanto que deveremos estudar com muita seriedade como será construída a transição. Na minha opinião é conveniente escolher o candidato a Presidente da República, que é competência do comité central [órgão máximo entre congressos] nos termos dos estatutos, antes da eleição do presidente do partido no sétimo congresso ordinário”, afirmou o líder do MPLA.

Nesta intervenção, várias vezes aplaudida pelos membros do órgão principal do partido, José Eduardo dos Santos nunca se referiu a uma eventual disponibilidade para uma candidatura a um terceiro mandato. Pois.

Angola tem eleições gerais previstas para 2017, as terceiras desde o fim da guerra civil, em 2002. Previstas. E só estão previstas porque, como muito bem diz Eduardo dos Santos, há uma série de pressupostos que antes devem ser resolvidos. Por outras palavras, só haverá eleições nesta democracia “imposta” (como reconhece o Presidente) quando o MPLA tiver a certeza de que as vencerá.

Mas há mais pressupostos. O principal refere-se ao facto de, mau grado ter mais militantes e simpatizantes do que angolanos recenseados, o MPLA não ter (ainda) a certeza de que arrasará toda a concorrência.

Baseando-se na melhor desculpa dos últimos 14 anos, o conflito armado, o MPLA diz que a situação do país “é diferente de uma nação normal”. Isto, é claro, aplica-se também às eleições, se bem que já se saiba que a vitória do MPLA será estrondosa.

A isso acresce que, seja em 2017 ou 2027, é sempre possível dizer (até porque é verdade) que o país vem de uma situação de pós-conflito armado. Já não é possível culpar Jonas Savimbi, mas é exequível acusar os jovens activistas de quererem fazer um golpe de Estado ou, ainda e sempre, a UNITA de querer tomar o poder pela força.

“Angola não pode ter um percurso de ciclos de eleições que seja de um país normal”, assevera Virgílio de Fontes Pereira, presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, ao mesmo tempo que aconselha os angolanos a encararem as coisas com realismo e objectividade, e a não darem passos que possam comprometer os ganhos já alcançados.

Ora aí está. Se começam a pensar que o nosso país é uma democracia e um Estado de Direito, o MPLA vai acusá-los de estarem a “comprometer os ganhos já alcançados” e, dessa forma, acenar com o fantasma da guerra e até – capazes disso são eles – de dizer que afinal Jonas Savimbi ressuscitou.

Na óptica do líder do Grupo Parlamentar do partido que está no pode há tão pouco tempo (apenas desde 1975), as eleições devem juntar-se aos proventos obtidos com sacrifício de muitos angolanos, nomeadamente a paz, a reconciliação nacional e o crescimento económico, a descoberta da roda etc.. Ou seja, ao MPLA.

Relativamente às eleições gerais de (talvez) 2017, Virgílio de Fontes Pereira refere que o MPLA traçou um conjunto de acções, algumas das quais recenseadas pelo Presidente do partido, José Eduardo dos Santos, no seu discurso da sessão de bajulação colectiva ao “querido líder”.

“As tarefas enumeradas pelo Presidente e outras não mencionadas, mas que constam dos documentos fundamentais do partido, devem ser organizadas e executadas para que se garanta um bom desempenho no pleito de 2017”, sublinha Virgílio de Fontes Pereira.

Por outras palavras, só é preciso ter (o que até não é difícil) boletins de voto que cheguem. De resto, nada mais é preciso. Nem sequer ir votar. Para isso está lá o MPLA.

Segundo Virgílio de Fontes Pereira, tais tarefas passam por um envolvimento das instituições do Estado (leia-se do MPLA) que têm responsabilidade para os actos eleitorais, como o Poder Judiciário, o Parlamento, a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), a Sociedade Civil e a Imprensa. Tudo órgãos “independentes” ao serviço do regime.

“Toda a sociedade deve envolver-se nas tarefas inerentes à preparação dos processos eleitorais, para que as eleições sejam tidas como livres, justas, transparentes e democráticas”, almejou o chefe do Grupo Parlamenta do MPLA.

Virgílio de Fontes Pereira diz muito bem: “sejam tidas como livres, justas, transparentes e democráticas”. Não importa se o serão. O que importa é que sejam tidas como tal








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