Fisty e Nadir Tati assinam novas máquinas

Delta Q Cuia regressa para homenagear mulheres angolanas. Fisty e Nadir Tati assinam novas máquinas


O projecto que se propõe a celebrar com classe dois dos maiores prazeres da vida – o café e a arte – está de volta para homenagear todas as mulheres angolanas naquele que é o seu mês. Assim, a Delta Q convidou três das mais reconhecidas artistas nacionais a criarem três obras exclusivas inspiradas na mulher angolana.

No passado mês de Fevereiro e em homenagem ao amor e ao orgulho em ser angolano, a Delta tinha já convidado Van e Daniela Ribeiro a personalizarem duas máquinas de café, inéditas e exclusivas para o mercado angolano. O sucesso desta edição ditou o início da segunda fase desta aposta, que conta com nomes tão conhecidos como Nadir Taty, Fisty ou Daniela Ribeiro, que voltou a aliar-se ao projecto.

A obra de Nadir Tati, estilita, vencedora do prémio de Melhor Designer em 2010, 2011 e 2012 e do Prémio Sirius em 2013, foi intitulada de “Mãe África”. A mulher africana cheia de emoções, lutadora, as suas dificuldades e as cores do continente foram os motes para esta obra de cariz muito pessoal.

Daniela Ribeiro, artista conceituada e com trabalhos apresentados internacionalmente, que se junta ao projecto Delta Q Cuia pela segunda vez, recriou na obra “Coração da Mulher Angolana” o coração de uma mulher com a ajuda de circuitos internos e teclados de telemóveis desconstruídos, elevando o pano africano a outras dimensões.

Já Fisty, artista angolana que iniciou carreira na África do Sul, e a primeira mulher a vencer o conceituado prémio ENSA Arte, inspirou-se na mulher Kuvale e na sua forma de ser para criar a obra “Kuvale V”.

“A mulher angolana é determinada, forte e capaz de ultrapassar todas as dificuldades com um sorriso no rosto. Sendo o Delta Q Cuia um projecto que tem como objectivo apoiar a cultura angolana de uma forma criativa e original, quisemos nesta segunda fase prestar homenagem a estas mulheres que têm cada vez mais um papel activo na sociedade e todos os dias contribuem para o seu desenvolvimento e crescimento”, afirmou José Carlos Beato, director-geral da Angonabeiro, em comunicado remetido ao VerAngola.

O evento de apresentação das novas máquinas Delta Q Cuia decorreu no Bay In e contou com a presença de mulheres da elite politica, social e cultural da sociedade angolana. O projecto Delta Q Cuia foi lançado em Fevereiro deste ano em parceria com a AMI, ao nível da selecção e intermediação com os artistas e do desenvolvimento da componente artística do projecto. A AMI - Adriano Maia Internacional, é uma produtora angolana de arte que assumiu o desenvolvimento das obras e que foram inspiradas no café, no amor e na mulher angolana.
Presidente Guebuza trava e reprime a discussão e toda a gente tem medo

“Presidente Guebuza trava e reprime a discussão e toda a gente tem medo de dizer qualquer coisa”
Sexta, 27 Março 2015 08:22 Redacção

IV sessão do Comité Central da Frelimo

Jorge Rebelo, antigo ministro da Informação, desconstruiu o discurso do presidente do partido ao afirmar que visa intimidar os membros do Comité Central para não abordarem assuntos relevantes. Rebelo é mais incisivo quando afirma que Armando Guebuza não é aberto à discussão. Veja, a seguir, as partes mais relevantes da entrevista com o homem que dirigiu o aparelho ideológico da Frelimo.

Que análise faz do discurso proferido pelo presidente do partido Frelimo, Armando Guebuza, na abertura da IV sessão do comité central?

Antes de mais, há uma discussão aí que está a decorrer fora, mas também dentro do próprio partido, se o presidente Guebuza vai aceitar ou não renunciar ao cargo de presidente da Frelimo. Eu penso que isso é uma questão falsa, porque não vai recusar, se alguém tiver a coragem de levantar a questão. Ele já deu provas de que não está agarrado ao poder. o facto de ter renunciado à presidência da República quando podia ter feito pressão junto do Comité Central para pressionar a Assembleia da República para mudar a Constituição da República, para ele poder concorrer mais um período, o facto de ter dito não, não quero, “eu faço isso em nome dos interesses do país”, mostra que não está agarrado ao poder. Portanto, se alguém tiver a coragem de levantar a questão, ele vai… estou convencido que ele vai aceitar renunciar à presidência do partido.

Particularmente, teria coragem de lhe colocar essa questão?

Aí é que está, quer dizer, ele agora neste discurso já lançou mais recados, diz que há pessoas que andam a criar confusão, falam em público. Eu próprio agora estou a falar em público, sou visado por esses recados dele, em que diz que o objectivo é enfraquecer a Frelimo. Pessoalmente, acho que, pelo contrário, essas críticas e observações que são feitas reflectem a preocupação não só dos membros da Frelimo como da sociedade no geral com a situação de incerteza que nós vivemos em termos de paz, tranquilidade, e através disso de desenvolvimento. Portanto, essa questão se o presidente da Frelimo Guebuza aceita ou não sair é uma questão falsa.
Transferências de expatriados relativas a salários ficarão isentas

Transferências de expatriados relativas a salários ficarão isentas da contribuição especial



Depois de ter anunciado que as transferências feitas por angolanos para fora do país, com intensão de pagar estudos ou despesas de saúde, deverão ficar isentas da nova contribuição especial, fonte do Ministério das Finanças adiantou que as transferências dos expatriados relativamente a salários também não serão afectadas por esta medida.

Assim, e de acordo com declarações de fonte governamental ao Expansão, sabe-se que a contribuição especial sobre operações cambiais, prevista no Orçamento Geral do Estado 2015 Revisto, irá incidir exclusivamente sobre os contractos de prestação de serviços, nomeadamente de assistência técnica. A fonte, ligada ao Ministério das Finanças, adiantou ainda que, por enquanto, a taxa estará em vigor apenas este ano.

Tendo em conta estes novos desenvolvimentos, sabe-se então que não estarão sujeitas à nova taxa cambial, entre outras, as transferências cambiais efectuadas por angolanos a título de ajuda familiar, despesas de educação e de saúde, nem tão-pouco as transferências dos expatriados relativas a salários.

"As únicas operações de invisíveis correntes sobre as quais incidirá a contribuição especial serão as relativas às remessas ao exterior de divisas obtidas ao abrigo dos contractos de prestação de serviços", esclareceu a fonte do Expansão, dando como exemplo os contractos de prestação de serviços de consultoria ao Estado por empresas estrangeiras.
Marcos Mavungo detido

O activista de direitos humanos, José Marcos Mavungo, coordenador de uma manifestação marcada para hoje na província angolana de Cabinda, foi detido pela polícia, segundo informação da organização não-governamental Mãos Livres.

Fonte : folha8


O representante da associação Mãos Livres em Cabinda, Simão Madeca, disse que José Marcos Mavungo foi detido às 07:00 quando se dirigia à igreja Imaculada da Conceição para assistir à missa.

Em causa está a realização de uma manifestação contra a má governação e as violações dos direitos humanos no enclave angolano, que não foi autorizada pelo Governo Provincial de Cabinda.

O propósito da marcha de hoje é, antes de mais nada, fazer ouvir a voz do povo sofredor de Cabinda. Por isso exigem o cumprimento da lei e dos padrões universais referentes à administração da justiça e da boa gestão económica. E, de facto, a rua é um local privilegiado para o exercício da cidadania.

A manifestação é pois uma reacção contra as violações dos Direitos Humanos e o actual modelo de governação. Ao longo destes últimos 9 anos de ilegalização da Mpalabanda, a única Associação dos Direitos Humanos de Cabinda, a classe política dominante esteve sempre distante da realidade de Cabinda, só se interessando em repetir promessas políticas que não se concretizam, ao mesmo tempo que vai pilhando as riquezas de Cabinda. Os actos protagonizados pelos dirigentes políticos são de natureza a impedir o desenvolvimento de Cabinda como povo.

A Polícia “inundou as ruas” de Cabinda, aumentando o clima de medo. O chefe da Casa Militar da Presidência, general Kopelipa, deslocou-se à província para comandar a operação de repressão

Para além de José Marcos Mavungo, foi detido também pela Polícia da Ordem Pública o advogado e jurista Arão Temba, que está retido no posto fronteiriço do Massabi.

A manifestação fora convocada por cidadãos “com o propósito de denunciar os atropelos aos Direitos Humanos e a falta de transparência na administração do erário público e exigir o cumprimento da Lei e dos padrões universais referentes à administração da Justiça e da boa gestão económica”, de acordo com o comunicado de convocação.

O governo da província, porém, depois de se reunir com os organizadores, decidiu proibir a marcha, por considerá-la “um perigo para a ordem pública”. Em comunicado de imprensa, o executivo declinou responsabilidades pelas consequências que vierem a sofrer aqueles que aderirem à manifestação.

Segundo a Voz da América, a decisão de proibir a marcha foi tomada após a chegada a Cabinda do chefe da casa Militar da Presidência, o General Kopelipa.

Apesar da interdição, os organizadores decidiram manter a convocatória. Em entrevista à Deutsche Welle, José Marcos Mavungo afirmou que, pela lei angolana, “a manifestação não carece de qualquer autorização das autoridades. Simplesmente os manifestantes informam as autoridades de que vai haver uma manifestação, definem os objectivos da mesma e então pedem ao governo para que a polícia esteja presente com a missão de evitar vandalismo e distúrbios. Nós seguimos todos os trâmites legais”.

Mavungo disse ainda que “todas vezes que em Cabinda foram realizadas manifestações, houve uma presença bem forte da polícia, tanques militares, helicópteros de combate e outros meios para intimidar e reprimir as pessoas. E já dissemos que quem não arrisca não petisca. A liberdade tem um preço e estamos preparados para pagar este preço”.

A marcha foi convocada num momento em que comissões de inquérito da Presidência da República e do Bureau Político do MPLA investigam várias situações de desvios de fundos e má gestão na governação de Cabinda.

Em documentos e cartas endereçadas ao presidente José Eduardo dos Santos, grupos de cidadãos de Cabinda criticaram com efeito a má gestão da governadora Aldina Matilde da Lomba Catembo.

Também o secretariado da UNITA em Cabinda acusou a governadora de estar a enriquecer-se com fundos públicos e de criar uma elite de governação composta por membros de sua família.
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